sexta-feira, novembro 10, 2006

Andarilho


Vaga soturno
Sem rumo
Sem estada
Sonâmbulo
Pede, coleta
Despede-se
Sem causa, sem ritmo
Em círculos
Sobrevive

4 leram:

Pata 6:01 PM  

Ricardo
Vagar..., mas que seja bem devagar
para encontrar logo o rumo conhecido e segui-lo sem titubiar.

É sensato sobreviver?

Jéssica 12:46 AM  

Anda, anda, sem ir a lugar algum, o perigo é o círculo vicioso, pois o ser humano tem uma capacidade incrível de adaptação. Muitos estão lá por puro comodismo... se ajeitaram... outros, incomodados, andarilhos com causa, despedem-se sempre, mas peixinhos fora d'água aqui, retornam ao caos.
Pobres 'diabos'!
Beijo com carinho*.*

Ricardo Rayol 12:29 AM  

Pata, infelizmente vivemos num mundo em que não estamos longe de nos tornarmos andarilhos... ou já o somos?

Je, tem gente que nem sabe como voltar a ser apenas um caminhante

Saramar 9:11 AM  

Gostei muito, prncipalmente destes versos finais.

beijo

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