segunda-feira, agosto 06, 2007

Peregrino


Arrasto-me, em chagas,
por improváveis sendas
carregado de cruzes, pedras,
pecados,
dôo-me em oração
desesperadas rezas
aguardo a resposta.

Tumbas envolvem-me, desnorteiam
castigado pelo infortúnio
não vejo o fim
de tão amargo sofrer.

No fim
em cruzeiros sagrados,
jamais profanados,
descarrego as súplicas
o destino traçado
enfim, é minha bandeira,
peregrinação.


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Visitem o Pseudo-Poemas. Leiam também o que publico no Cantábile (hoje tem texto novo). Em ambos estão os textos proibidos pela bíblia e pelo Vaticano. E agora também no Memórias Póstumas de um Puto Prestimoso.

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