quinta-feira, abril 19, 2007

Porto

aporto
em
ansiado cais
trapiche morto, roto
único porto
que acolhe
barco combalido
deixo fardos, cargas
tormentos, desilusões
alivio-me
carrego-me, energizo-me
me afasto célere
do cais

(Especial para minha amiga alada. Desconheço a autoria da imagem)

Tem post novo no pseudo-poemas. 20/04: Tem post novo também no Cantábile.

  ©A Cor da Letra. Template e layout por layla

TOPO  

Clicky Web Analytics