quarta-feira, dezembro 12, 2007

Agradecimentos

Agradeço a todos que participaram da blogagem de ontem. O tema foi abordado de forma profissional, criativa e intensa. E as idéias estão anotadas para irem comigo ao debate. O mais interessante foi unir dois dos mundos que habito, o do indignado e do poeta. Valeu mesmo.

Claudia Perotti, Luma, Carmen Neves, Hemisfério Norte, Cilene Bonfim, Erika, Saramar, Luci Lacey, Renata, Tita Coelho, Lunna, Claudya, Cejunior, Ronald, Oscar, Marcos, Veridiana Serpa, SAM, Sarah K, Oscar (no Flainando), Fernando, André Wernner, Mila, Adriana.

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Aproveitando, no dia 15 de dezembro estréia a Sétima Edição do Coletânea Artesanal - em caracter especial e aproveitando as proximidades para com as festas de fim de ano. Momento este que paira no ar alguma nostalgia escolheram reverências às Lembranças... Então, você que gosta das palavras e de escrever, envie seus textos para lunnaguedes@gmail.com até o dia 14 de dezembro próximo.

No dia 30 de dezembro também em caracter especial a Oitava Edição do Coletânea Artesanal, aproveitando da celebração da chegada Ano Novo, lança o projeto "Cartas para o Amanhã" - ocasião que o Coletânea Artesanal abre espaço para você, que aprecia as palavras e não se considera poeta, escritor e tão pouco é jornalista, mas gostaria de dizer algo a alguém... Assim sendo escreva sua carta e deixe essa mensagem aos visitantes.
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E ainda dos comentários da blogagem:

"Perdi esta! por absoluta falta de tempo e de organização! mas aproveito seu post e me coloco, embora apenas em parte. Discordo de vc qdo diz que somos todos poetas. na verdade, todos temos a capacidade de carregar conosco a poesia, mas daí a transformá-la em letras existe uma grande distância. poesia é um gênero literário dos mais complexos. acho que a internet nos possibilita exercitá-lo e o fazemos bem, ainda que de forma inteiramente intuitiva. pelo menos é o que percebo na maioria dos poetas blogueiros. não me considero poeta, pq não sou um artífice do poema. eu apenas transimito o que sinto através de versos livres e intuitivos. É claro que existe uma certa qualidade tb neste nosso poetar amadorístico. e, sem dúvida, pode ser um trampolim para o trabalho pesado de construir um verdadeiro poema. eu, por mim, fico no amadorismo, viu? dá muito trabalho ser poeta! rs...
concordo inteiramente com o que vc diz sobre a necessidade de se saber aceitar críticas. é através do olhar do outro que nos vemos. é na troca que crescemos.
qto às editoras, até pouco tempo atrás eu não teria muito a dizer (mais a reclamar!). Hoje, depois de ser "descoberta" por duas, entendo o quanto é dificil para um editor lidar com uma demanda tão grande. e, reconheçamos, grande parte desta demanda é de trabalhos que não geram retorno financeiro - o que para uma empresa torna-se inviável. Enfim, acho que existem muitos bons autores, especialmente na net, que ainda não tiveram sua chance. o mercado editorial brasileiro está em crescimento e esperemos que continue crescendo também na abertura para novos autores, né?" - Loba

"Ricardo primeiro quero parabenizar você pela coragem de discutir poesia. É muito difícil o tema e para dizer a verdade, é para poucos devido a uma série de regras a serem cumpridas criadas pelos "expert no assunto" para se reconhecer uma verdadeira poesia.
Por outro lado as editoras prestadoras de serviço encontraram um filão que o autor que não consegue ter o seu trabalho analisado por uma grande editora.
Como você sabe eu paguei pela minha publicação e não tenho o menor vergonha de dizer isso porque alcancei a meta que tracei para o meu trabalho.
No que se refere as prestadoras de serviços, concordo com você. É cada um por si mesmo. Até a data de hoje a editora que contratei só vendeu 6 livros, mas eu vendi sozinha 350 de uma tiragem de 500. Ou seja, valeu a pena.
No mais te desejo sucesso porque a discussão é longa e o retorno tem sido muito pouco perto do que já vem sendo pleiteado há anos pelos escritores." - Elaine Paiva

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